COMUNIDADE NOSSA SENHORA DOS NAVEGANTES


Localização: Alto da Sereia

Festa da Padroeira: Nossa Senhora dos Navegantes. A festa anual é comemorada no segundo domingo de janeiro.

A fundação da comunidade Coração de Maria ou Corte Grande (como também é conhecida) exigiu muita fé. Na década do seu surgimento, em meados dos anos 60, os primeiros moradores a ocupar o Alto de Ondina eram funcionários do Zoobotânico e da Casa do Governador.

Até o ano de 1966 a Comunidade participava dos trabalhos pastorais realizados pela Paróquia de Santana, no bairro do Rio Vermelho.

Em 1976, uma irmã chamada Josefina (SFCM) inciou na comunidade a Novena do Natal nas casas, propiciando a celebração da primeira Missa do Galo, que foi presidida por padre josé Danieluk, CSsR. Aos domingos e dias festivos as celebrações continuaram a ser realizadas nas ruas e no quintal de outra senhora, chamada Maria Assumpção.

Em 1982, teve início a prática da catequese com a chegada dos seminaristas redentoristas e, alguns anos depois, dois homens, Renato e Carlos Bonfim, construíram um oratório no alto do morro, onde colocaram a imagem de Nossa Senhora dos Navegantes, em homenagem aos pescadores do lugar. Em 1986, com a ajuda do padre Tadeu Pawlik, CSsR, foi fundado o Clube das Mães do Alto da Sereia, para que a Comunidade pudesse ser beneficiada com o Programa do Leite, instituído pelo Governo da época.

No dia 1º de janeiro desse mesmo ano foi realizada a primeira procissão pelas ruas de Ondina, prática realizada no dia da festa da padroeira, em 11 de janeiro.

Dois anos depois, o padre Tadeu Pawlik, CSsR, e os casais do ECC ajudaram na construção da capela de dois pavimentos, que foi inaugurada em 11 de setembro de 1988, pelo então pároco, padre Ceslau Stanula. No nível superior são realizadas palestras educativas, cursos de trabalhos manuais, reuniões, atendimento médico, catequese e reunião de pastorais. No nível inferior encontram-se a nave e a capelinha do Santíssimo Sacramento.

As Filhas do Coração de Maria assumiram em definitivo a evangelização da comunidade, que hoje se auto administra, com o apoio dos redentoristas.